SERIA O AMOR UMA MATEMÁTICA?

Evaristo Magalhães – Psicanalista
Atendimento online: WhatsApp 31 996171882

Quase sempre, os filmes e romances mais populares seguem o mesmo cálculo do amor: dedicação, confidencialidade e cumplicidade.

Tendemos a repetir esse cálculo. Ocorre, que na ficção pode até ser que essa matemática funcione. Na realidade, o resultado pode ser outro.

Amamos para suprir o que nos falta. Achamos que estaremos satisfeitos se atrairmos uma certa quantidade de amor.

Não existe amor suficiente para as nossas carências. Mesmo o prêmio nobel de matemática não é capaz de acertar nesse cálculo.

Não adianta seguir receitinhas de bancas de jornal, ler livros de autoajuda, ver filmes e séries de amor. Creio que a ficção existe – exatamente – para nos acalentar de que podemos passar sem isso. Não podemos!

Isso significa que devemos desacreditar do amor? Não. Isso quer dizer que o que nos falta transborda a tudo que o mundo pode nos oferecer.

Não há nada que possa nos suprimir.

Não surtamos pelo amor que o outro não nos deu. Surtamos porque nos iludimos de que esse amor poderia existir.

Temos que nos virar com isso que nos é incalculável. Espera-se que nos viremos bem!

Instagram:@evaristo_psicanalista

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