TEMOS QUE QUERER SÓ O QUE REALMENTE FAZ SENTIDO…

O tempo todo temos a oportunidade de apanhar a nossa alegria de viver e nunca mais perdê-la. A saída é procurar um verbo que grude em nossa carne. Não adianta ficar atrás do que não adere. Não adianta buscar o que nunca vem. Parece que a coisa que mais queremos nunca chega. O ideal seria não voltar a querer a mesma coisa que nunca vem. O ideal é aproveitar esse intervalo entre o que não veio e o começar a querer de novo, para começar a querer o que realmente faz sentido. Essa é a saída: querer só o que realmente faz sentido. Ou seja, começar a acertar no prazer de viver. Isso ninguém pode fazer pela gente: é de cada um. O negócio é aprendermos a ler o que nosso corpo diz. O negócio é descobrir as falas que estão grudadas na nossa carne. Somos mais falas impossíveis que falas possíveis. Parece que o que queremos nunca existiu. Isso ocorre porque escutamos mais ao outro que a nós mesmos. Quantos não se destroem por um dilema romântico e frustrante de que a nossa felicidade precisa de adendos?! Primeiro a minha felicidade. Primeiro a minha carne. Primeiro a minha satisfação. Felicidade do lado de fora é pura desilusão. Ainda não podemos grudar nada do mundo externo em nós mesmos. Fora de mim tudo é fugidio. Dentro de mim é só meu, só eu sei, só eu sinto e só eu gozo. Ao aprender a tomar o rumo da minha felicidade pelas minhas sensações, posso – tranquilamente – tomar o de fora como mais uma alegria de viver. Se ele faltar, me tenho como felicidade…
Evaristo Magalhães – Psicanalista

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