NÃO ME AMA QUE ME PRIVA DE SER QUEM SOU …

Não podemos perder nossa subjetividade enquanto amamos. Somos dois: não somos um. Somos amantes: não somos idênticos. Somos um casal: não somos iguais.

Sou atravessado por inúmeros desejos. O amor que estou vivendo não é a realização de todos os meus desejos. O amor que estou vivendo é uma das minhas muitas felicidades.

Tenho outras tantas felicidades que incluem outras pessoas, outras ideias, outros lugares, sonhos e sensações.

Só serei – de fato – feliz se eu não me perder disso que – também – sou eu. Só serei – de fato – feliz se eu não me privar da liberdade de viver tudo o que desejo.

Não me ama quem me priva de viver quem sou!

Evaristo Magalhães – Psicanalista

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