O AMOR É MUITO SIMPLES …

Coloco-me de lado todas as vezes que tento buscar quem sou fora de mim. É como se eu me jogasse para debaixo do tapete. Acho que não me sirvo quando troco quem sou por alguém que nunca serei.

Jamais conseguirei resolver meu amor próprio fora de mim.

Ninguém consegue se livrar de si. Não consigo me desgrudar de mim ainda quando saio à procura de um outro para ser eu.

Não posso passar a vida toda atrás de outro que não sou. Chega um momento em que tenho que casar comigo. Preciso chegar nesse UM de mim que não tenha nem outro antes e nem outro depois. Não posso viver sonhando com alguém para me fazer ser.

Tenho que seguir sendo sem querer ser o que não sou.

Parece que – agora – o mundo ruiu de vez com essa nossa ilusão de ser através de alguém. O que sobrou? Sobrou cada um consigo. Sobrou isso que a gente vem detonando há séculos.

Parece que estamos começando a enxergar que podemos ser conosco mesmo. Estamos tentando ver quem somos com um pouco mais de amor próprio. Estamos tentando enxergar que quem somos é bem mais simples que o que tentaram nos passar. Estamos descobrindo que a felicidade está em parar de brigar com o que o temos de mais nosso: nós mesmos.

Acho que estamos aprendendo a reinventar a vida!

Evaristo Magalhães – Psicanalista

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